Black Tot
A história do Rum Black Tot está intimamente ligada à colonização inglesa do Caribe. No início de 1600, as frotas inglesas navegavam pelo Atlântico para alcançar as Américas. Durante as longas viagens ao clima quente dos trópicos, o vinho não se conservava e a água nos barris apodrecia. As únicas bebidas que resistiam bem eram os destilados ou os vinhos fortificados com aguardente. O cultivo da cana-de-açúcar, introduzido na área caribenha pelos primeiros colonizadores espanhóis, permitia ter à disposição suco de cana ou melaço para a produção de Rum, um destilado que logo se tornou muito popular entre marinheiros, corsários e piratas do mar do Caribe, com o nome de Killer-Devil, devido ao seu caráter áspero e potente.
Após a vitória de 1655 contra os espanhóis pelo domínio da Jamaica, os marinheiros da frota inglesa foram premiados com Rum e, a partir desse momento, o hábito de beber Rum se espalhou rapidamente entre as tripulações. Em 1731, a Royal Navy decidiu distribuir aos marinheiros uma ração diária de Rum, chamada coloquialmente de "tot de Rum" O abastecimento era feito comprando barris de destilados nas várias ilhas caribenhas e misturando os diversos Rums antes de distribuir aos membros das tripulações meia pinta overproof. Em 1740, o almirante Edward Vernon decidiu reservar a ração de Rum puro apenas para os oficiais e distribuir aos marinheiros um Rum diluído com 4 partes de água, distribuído em dois momentos, ao meio-dia e no final do dia. A bebida recebeu o nome de Grog, do apelido do almirante, Old Grog, que nasceu de seu hábito de usar um casaco Grogham. A distribuição de Rum para os marinheiros ingleses foi abolida apenas em 31 de julho de 1970, data que passou para a história como Black Tot Day.
Nasceu dessa prática a ideia de produzir um Rum Black Tot Finest Caribbean, inspirado nesta antiga tradição. A receita do destilado distribuído aos marinheiros foi recriada, tentando permanecer fiel ao original, mas adequando-a ao gosto contemporâneo. Como de costume, a base é constituída pelo Rum da Guiana, ao qual se adiciona o das Barbados para dar as doces notas de fruta
A história do Rum Black Tot está intimamente ligada à colonização inglesa do Caribe. No início de 1600, as frotas inglesas navegavam pelo Atlântico para alcançar as Américas. Durante as longas viagens ao clima quente dos trópicos, o vinho não se conservava e a água nos barris apodrecia. As únicas bebidas que resistiam bem eram os destilados ou os vinhos fortificados com aguardente. O cultivo da cana-de-açúcar, introduzido na área caribenha pelos primeiros colonizadores espanhóis, permitia ter à disposição suco de cana ou melaço para a produção de Rum, um destilado que logo se tornou muito popular entre marinheiros, corsários e piratas do mar do Caribe, com o nome de Killer-Devil, devido ao seu caráter áspero e potente.
Após a vitória de 1655 contra os espanhóis pelo domínio da Jamaica, os marinheiros da frota inglesa foram premiados com Rum e, a partir desse momento, o hábito de beber Rum se espalhou rapidamente entre as tripulações. Em 1731, a Royal Navy decidiu distribuir aos marinheiros uma ração diária de Rum, chamada coloquialmente de "tot de Rum" O abastecimento era feito comprando barris de destilados nas várias ilhas caribenhas e misturando os diversos Rums antes de distribuir aos membros das tripulações meia pinta overproof. Em 1740, o almirante Edward Vernon decidiu reservar a ração de Rum puro apenas para os oficiais e distribuir aos marinheiros um Rum diluído com 4 partes de água, distribuído em dois momentos, ao meio-dia e no final do dia. A bebida recebeu o nome de Grog, do apelido do almirante, Old Grog, que nasceu de seu hábito de usar um casaco Grogham. A distribuição de Rum para os marinheiros ingleses foi abolida apenas em 31 de julho de 1970, data que passou para a história como Black Tot Day.
Nasceu dessa prática a ideia de produzir um Rum Black Tot Finest Caribbean, inspirado nesta antiga tradição. A receita do destilado distribuído aos marinheiros foi recriada, tentando permanecer fiel ao original, mas adequando-a ao gosto contemporâneo. Como de costume, a base é constituída pelo Rum da Guiana, ao qual se adiciona o das Barbados para dar as doces notas de fruta


