Bossanova
Bossanova não é apenas um famoso gênero musical brasileiro nascido nos anos 50, obra de alguns dos artistas sul-americanos mais talentosos, como Antônio Carlos Jobim, Vinícius de Moraes e João Gilberto. É também o nome de uma vinícola abruzzese, que se destacou com vinhos muito interessantes. Na verdade, entre a tradição da música brasileira e o vinho, existe um vínculo. Assim como o encontro de três extraordinários artistas deu vida a um importante e inovador movimento musical, o encontro entre Andrea Quaglia e Nat Colantonio, um gerente e o outro músico, foi a base do desejo de criar um novo projeto no setor da viticultura, animado por uma grande paixão pela terra de Abruzzo.
A propriedade está localizada na zona montanhosa de Controguerra, na província de Teramo. As vinhas se estendem em uma área total de cerca de nove hectares, em uma área sempre muito vocacionada para a viticultura, em virtude de sua particular localização geográfica. Situadas a meio caminho entre as altas cumbresda Appennino Abruzzese e do mar Adriático, as vinhas de Controguerra beneficiam de um clima de caráter continental bastante fresco, mas mitigado pelas brisas do mar, com notáveis variações térmicas entre as temperaturas do dia e da noite. Graças a estas condições favoráveis, as uvas chegam à plena maturação lentamente e acumulam aromas e fragrâncias muito ricos e intensos.
A zona de Controguerra é particularmente vocacionada para as castas autóctones, em particular para o Montepulciano d’Abruzzo e para o Trebbiano abruzzese. A presença de duas castas tão importantes manteve a região a salvo da introdução massiva de castas internacionais. As vinhas são conduzidas seguindo os princípios da biodinâmica e as antigas tradições, em harmonia com a natureza e no respeito de um ambiente intocado. Mesmo nas práticas de adega, seguem-se processos pouco invasivos, com fermentações espontâneas catalisadas por leveduras indígenas, adição muito baixa de sulfitos na fase de engarrafamento e nenhuma adição de aditivos enológicos. Além disso, para as vinificações e os afinamentos nunca se faz uso de barricas de madeira, mas apenas tanques de cimento vitrificados ou ânforas (em particular para o Trebbiano). O resultado dessa abordagem minimalista é um vinho puro e genuíno, que expressa de forma direta o verdadeiro caráter do terroir.
Bossanova não é apenas um famoso gênero musical brasileiro nascido nos anos 50, obra de alguns dos artistas sul-americanos mais talentosos, como Antônio Carlos Jobim, Vinícius de Moraes e João Gilberto. É também o nome de uma vinícola abruzzese, que se destacou com vinhos muito interessantes. Na verdade, entre a tradição da música brasileira e o vinho, existe um vínculo. Assim como o encontro de três extraordinários artistas deu vida a um importante e inovador movimento musical, o encontro entre Andrea Quaglia e Nat Colantonio, um gerente e o outro músico, foi a base do desejo de criar um novo projeto no setor da viticultura, animado por uma grande paixão pela terra de Abruzzo.
A propriedade está localizada na zona montanhosa de Controguerra, na província de Teramo. As vinhas se estendem em uma área total de cerca de nove hectares, em uma área sempre muito vocacionada para a viticultura, em virtude de sua particular localização geográfica. Situadas a meio caminho entre as altas cumbresda Appennino Abruzzese e do mar Adriático, as vinhas de Controguerra beneficiam de um clima de caráter continental bastante fresco, mas mitigado pelas brisas do mar, com notáveis variações térmicas entre as temperaturas do dia e da noite. Graças a estas condições favoráveis, as uvas chegam à plena maturação lentamente e acumulam aromas e fragrâncias muito ricos e intensos.
A zona de Controguerra é particularmente vocacionada para as castas autóctones, em particular para o Montepulciano d’Abruzzo e para o Trebbiano abruzzese. A presença de duas castas tão importantes manteve a região a salvo da introdução massiva de castas internacionais. As vinhas são conduzidas seguindo os princípios da biodinâmica e as antigas tradições, em harmonia com a natureza e no respeito de um ambiente intocado. Mesmo nas práticas de adega, seguem-se processos pouco invasivos, com fermentações espontâneas catalisadas por leveduras indígenas, adição muito baixa de sulfitos na fase de engarrafamento e nenhuma adição de aditivos enológicos. Além disso, para as vinificações e os afinamentos nunca se faz uso de barricas de madeira, mas apenas tanques de cimento vitrificados ou ânforas (em particular para o Trebbiano). O resultado dessa abordagem minimalista é um vinho puro e genuíno, que expressa de forma direta o verdadeiro caráter do terroir.














