Ciavolich
Ciavolich é uma realidade de caráter familiar, que há mais de gerações cultiva vinhedos em Abruzzo. A história da família é muito antiga. Mercadores de lã de origem búlgara, os Ciavolich chegaram à Itália no decorrer do século XVI e se estabeleceram no país de Miglianico. A primeira adega foi criada em 1853, para vinificar as uvas provenientes dos terrenos de propriedade. Com o passar das gerações, a propriedade se expandiu principalmente na maravilhosa zona de Loreto Aprutino. Hoje a propriedade é gerida por Chiara, que dá continuidade à tradição familiar com paixão e competência. O núcleo da empresa se transferiu para Loreto Aprutino, na Contrada Salmacina, em uma das áreas de Abruzzo mais vocacionadas para a viticultura.
A propriedade se estende ao todo por cerca de 48 hectares, dos quais 35 dedicados aos vinhedos e o restante a olivais e terras aráveis. As vinhas são cultivadas metade em pérgola abruzzese e metade em espaldeira, com presença de velhas parcelas provenientes de seleções massais. A zona de Loreto Aprutino está situada em uma área montanhosa a 250 metros de altitude, a poucos quilômetros do maciço do Gran Sasso e da geleira do Calderone, assim como da costa do litoral adriático. O clima é ameno e ensolarado, muito luminoso e sempre ventilado, com notáveis variações térmicas entre as temperaturas do dia e da noite. Os terrenos são de natureza argilosa e lamacenta, com presença de areias, muito adequados para uma viticultura de alta qualidade. Nessas condições favoráveis, as vinhas produzem cachos perfeitamente saudáveis, com aromas muito ricos e intensos.
Entre as fileiras, cultivam-se as variedades de uvas historicamente presentes na região, em particular Pecorino, Trebbiano e Montepulciano. Graças a um profundo conhecimento da área, cada variedade é cultivada nas zonas mais adequadas, de modo a se expressar da melhor forma. Ao final das operações de colheita, as vinificações são realizadas com o mínimo de intervenção, para preservar as características varietais das uvas. No que diz respeito aos envelhecimentos, são utilizados diferentes materiais dependendo das várias cuvées: tanques de cimento, tanques de aço inox, dolium em terracota e barris de madeira, apenas para favorecer a micro-oxigenação e uma melhor evolução dos vinhos.
Ciavolich é uma realidade de caráter familiar, que há mais de gerações cultiva vinhedos em Abruzzo. A história da família é muito antiga. Mercadores de lã de origem búlgara, os Ciavolich chegaram à Itália no decorrer do século XVI e se estabeleceram no país de Miglianico. A primeira adega foi criada em 1853, para vinificar as uvas provenientes dos terrenos de propriedade. Com o passar das gerações, a propriedade se expandiu principalmente na maravilhosa zona de Loreto Aprutino. Hoje a propriedade é gerida por Chiara, que dá continuidade à tradição familiar com paixão e competência. O núcleo da empresa se transferiu para Loreto Aprutino, na Contrada Salmacina, em uma das áreas de Abruzzo mais vocacionadas para a viticultura.
A propriedade se estende ao todo por cerca de 48 hectares, dos quais 35 dedicados aos vinhedos e o restante a olivais e terras aráveis. As vinhas são cultivadas metade em pérgola abruzzese e metade em espaldeira, com presença de velhas parcelas provenientes de seleções massais. A zona de Loreto Aprutino está situada em uma área montanhosa a 250 metros de altitude, a poucos quilômetros do maciço do Gran Sasso e da geleira do Calderone, assim como da costa do litoral adriático. O clima é ameno e ensolarado, muito luminoso e sempre ventilado, com notáveis variações térmicas entre as temperaturas do dia e da noite. Os terrenos são de natureza argilosa e lamacenta, com presença de areias, muito adequados para uma viticultura de alta qualidade. Nessas condições favoráveis, as vinhas produzem cachos perfeitamente saudáveis, com aromas muito ricos e intensos.
Entre as fileiras, cultivam-se as variedades de uvas historicamente presentes na região, em particular Pecorino, Trebbiano e Montepulciano. Graças a um profundo conhecimento da área, cada variedade é cultivada nas zonas mais adequadas, de modo a se expressar da melhor forma. Ao final das operações de colheita, as vinificações são realizadas com o mínimo de intervenção, para preservar as características varietais das uvas. No que diz respeito aos envelhecimentos, são utilizados diferentes materiais dependendo das várias cuvées: tanques de cimento, tanques de aço inox, dolium em terracota e barris de madeira, apenas para favorecer a micro-oxigenação e uma melhor evolução dos vinhos.


