Croce di Febo
Propriedade da família Vincenti-Comitini, a adega Croce di Febo é uma das realidades mais interessantes de Montepulciano e protagonista de uma viticultura sustentável. O seu nome tem uma origem religiosa: inspira-se na história de Baldassarre Audibert, oficial napoleônico que veio para a Itália no final do século XVIII com um destacamento da Grande Année e que, disgustado com as violências perpetradas sobre a população italiana pelos soldados franceses, desertou transformando o seu fuzil em uma cruz e colocando-se ao serviço dos pobres e necessitados. A cruz usada por Audibert como instrumento simbólico para apaziguar a ira divina foi chamada de Croce di Febo, porque na sua base estavam gravidas as iniciais de “Fecit erigere Baldassarre Odibert” (com o ditongo au italianizado). Baldassarre visitou os lugares sagrados da Itália e em particular da Toscana.
Os vinhedos da adega se estendem por 35 hectares, conduzidos em regime biológico, com exposição ao sul e ao leste. A produção de Croce di Febo baseia-se na convicção de que a verdadeira tradição é conjugar a experiência do passado com o saber da modernidade no respeito pela natureza. Neste contexto, as emissões de dióxido de carbono e o consumo de água são contidos ao máximo e, mesmo seguindo as metodologias de vinificação mais avançadas, toda a energia necessária é produzida por painéis fotovoltaicos, enquanto as águas residuais são filtradas e reutilizadas para a irrigação durante o verão. A vinificação ocorre integralmente “a queda”, evitando assim a utilização de bombas mecânicas de elevação. É minimizado também o uso de produtos químicos e de síntese e é mantido um procedimento artesanal, de modo a exaltar as características dos diferentes terroirs e das diferentes colheitas.
Croce di Febo produz vinhos territoriais e de grande caráter. De qualidade particular a sua interpretação de uma das denominações mais antigas e prestigiadas: o Vino Nobile di Montepulciano.
Propriedade da família Vincenti-Comitini, a adega Croce di Febo é uma das realidades mais interessantes de Montepulciano e protagonista de uma viticultura sustentável. O seu nome tem uma origem religiosa: inspira-se na história de Baldassarre Audibert, oficial napoleônico que veio para a Itália no final do século XVIII com um destacamento da Grande Année e que, disgustado com as violências perpetradas sobre a população italiana pelos soldados franceses, desertou transformando o seu fuzil em uma cruz e colocando-se ao serviço dos pobres e necessitados. A cruz usada por Audibert como instrumento simbólico para apaziguar a ira divina foi chamada de Croce di Febo, porque na sua base estavam gravidas as iniciais de “Fecit erigere Baldassarre Odibert” (com o ditongo au italianizado). Baldassarre visitou os lugares sagrados da Itália e em particular da Toscana.
Os vinhedos da adega se estendem por 35 hectares, conduzidos em regime biológico, com exposição ao sul e ao leste. A produção de Croce di Febo baseia-se na convicção de que a verdadeira tradição é conjugar a experiência do passado com o saber da modernidade no respeito pela natureza. Neste contexto, as emissões de dióxido de carbono e o consumo de água são contidos ao máximo e, mesmo seguindo as metodologias de vinificação mais avançadas, toda a energia necessária é produzida por painéis fotovoltaicos, enquanto as águas residuais são filtradas e reutilizadas para a irrigação durante o verão. A vinificação ocorre integralmente “a queda”, evitando assim a utilização de bombas mecânicas de elevação. É minimizado também o uso de produtos químicos e de síntese e é mantido um procedimento artesanal, de modo a exaltar as características dos diferentes terroirs e das diferentes colheitas.
Croce di Febo produz vinhos territoriais e de grande caráter. De qualidade particular a sua interpretação de uma das denominações mais antigas e prestigiadas: o Vino Nobile di Montepulciano.


