Ferragù
A adega Ferragù apresenta-se com um edifício de cor amarelo-ocre inconfundível, cuja fachada é enriquecida por faixas paralelas de cor laranja. Estamos em Sorcè di Sopra, mais precisamente na localidade Cellore, dentro da porção oriental do veronês. A adega tem uma fundação recente, nasceu em 1997, mas apesar de não ter uma história secular, conseguiu, em poucos anos, afirmar-se como uma das realidades de referência para a produção dos grandes clássicos venetos, do Amarone ao Recioto. À frente da Ferragù encontramos Carlo, que, juntamente com os irmãos Ornello e Angelo, se dedica com sacrifício e paixão à produção de rótulos de prestígio. Desde o início da atividade, os produtos assinados Ferragù conseguiram impor-se nos mercados internacionais, alcançando vitrines importantes como as londrinas do armazém Harrods, templo do luxo onde apenas os melhores produtos conseguem entrar. A vindima e o trabalho na adega sucedem-se com ritmos cadenciados dentro de Ferragù, realidade produtiva em que cada garrafa conta uma história feita de castas, territórios e saber humano.
Os vinhedos da adega Ferragù desenvolvem-se dentro da Val d’Illasi, território incluído no veronês cujas paisagens alternam planícies, colinas e montanhas. O clima é temperado, e as chuvas concentram-se quase totalmente no período compreendido entre o outono e a primavera. Entre as fileiras, que se desenvolvem por cerca de 8 hectares, cultivam-se as variedades típicas do território, ou seja, Corvina, Corvinone, Rondinella, Oseleta. Na vinha, muita atenção é dada ao trabalho em ramos e brotos, os rendimentos são baixos, para garantir uma concentração de aromas e sabores em cada cacho. Muita importância é então dada à passagem de secagem das uvas, passo fundamental para a produção do Amarone, e ao envelhecimento, para o qual se utilizam barricas de carvalho francês.
Hoje os vinhos da adega Ferragù assumem as formas do Amarone, do Valpolicella Classico Superiore e do Recioto. Rótulos que têm um grande sucesso no exterior, da Ásia aos EUA, passando pela Europa e pela Itália. Uma pequena produção, que apenas os mais sortudos têm a oportunidade de provar: se não souberem por onde começar, comecem pelo Amarone, onde, gole a gole, descobrirão uma garrafa de altíssima qualidade.
A adega Ferragù apresenta-se com um edifício de cor amarelo-ocre inconfundível, cuja fachada é enriquecida por faixas paralelas de cor laranja. Estamos em Sorcè di Sopra, mais precisamente na localidade Cellore, dentro da porção oriental do veronês. A adega tem uma fundação recente, nasceu em 1997, mas apesar de não ter uma história secular, conseguiu, em poucos anos, afirmar-se como uma das realidades de referência para a produção dos grandes clássicos venetos, do Amarone ao Recioto. À frente da Ferragù encontramos Carlo, que, juntamente com os irmãos Ornello e Angelo, se dedica com sacrifício e paixão à produção de rótulos de prestígio. Desde o início da atividade, os produtos assinados Ferragù conseguiram impor-se nos mercados internacionais, alcançando vitrines importantes como as londrinas do armazém Harrods, templo do luxo onde apenas os melhores produtos conseguem entrar. A vindima e o trabalho na adega sucedem-se com ritmos cadenciados dentro de Ferragù, realidade produtiva em que cada garrafa conta uma história feita de castas, territórios e saber humano.
Os vinhedos da adega Ferragù desenvolvem-se dentro da Val d’Illasi, território incluído no veronês cujas paisagens alternam planícies, colinas e montanhas. O clima é temperado, e as chuvas concentram-se quase totalmente no período compreendido entre o outono e a primavera. Entre as fileiras, que se desenvolvem por cerca de 8 hectares, cultivam-se as variedades típicas do território, ou seja, Corvina, Corvinone, Rondinella, Oseleta. Na vinha, muita atenção é dada ao trabalho em ramos e brotos, os rendimentos são baixos, para garantir uma concentração de aromas e sabores em cada cacho. Muita importância é então dada à passagem de secagem das uvas, passo fundamental para a produção do Amarone, e ao envelhecimento, para o qual se utilizam barricas de carvalho francês.
Hoje os vinhos da adega Ferragù assumem as formas do Amarone, do Valpolicella Classico Superiore e do Recioto. Rótulos que têm um grande sucesso no exterior, da Ásia aos EUA, passando pela Europa e pela Itália. Uma pequena produção, que apenas os mais sortudos têm a oportunidade de provar: se não souberem por onde começar, comecem pelo Amarone, onde, gole a gole, descobrirão uma garrafa de altíssima qualidade.









