Franchina e Giarone
A recente realidade vitícola Franchina e Giarone encontra-se nas colinas modenenses, precisamente em Colombaro, uma pequena fração do município de Formigine, onde o jovem viticultor Luca Pizzetti gere 15 hectares de terra, dos quais 6 estão plantados com vinhedos. A adega nasceu em 2020, quando Luca, após ter acumulado uma série de experiências em outras realidades produtivas, decidiu iniciar seu percurso pessoal no signo da artesanalidade. O nome escolhido para a empresa deriva dos apelidos de dois vinhedos de propriedade.
As vinhas, que chegam até 45 anos de idade, estão plantadas em solos argilosos compactos e são conduzidas em regime biológico, excluindo o uso de pesticidas, herbicidas e qualquer outra substância química de síntese que possa prejudicar seriamente o meio ambiente. Lambrusco di Sorbara, Lambrusco Grasparossa, Trebbiano Modenese, Trebbiano di Spagna, Malvasia Bianca e Negretto representam as principais variedades cultivadas, ao lado das quais encontram espaço variedades locais pouco difundidas como Sgavetta, Uva Tosca e Festasio. Luca de fato plantou novos vinhedos através de uma rigorosa seleção massal de variedades antigamente difundidas no território e hoje quase esquecidas. As vindimas são realizadas rigorosamente à mão em caixas, enquanto na adega as fermentações ocorrem espontaneamente graças à ação das leveduras indígenas e é excluído qualquer coadjuvante ou aditivo enológico, exceto por pequenas doses de sulfuroso. Como recipientes vinários são utilizados exclusivamente contêineres em fibra de vidro ou tanques de aço, recipientes neutros que não alteram a expressão varietal e territorial.
O foco da produção de Franchina e Giarone são os refermentados em garrafa segundo o Método Ancestral, sejam eles brancos, rosés ou tintos. A totalidade das garrafas produzidas anualmente é de apenas 10.000 exemplares, embaladas com a já clássica tampa de coroa. Rótulos espontâneos e originais, caracterizados por belas ilustrações e por uma sublime agradabilidade de bebida.
A recente realidade vitícola Franchina e Giarone encontra-se nas colinas modenenses, precisamente em Colombaro, uma pequena fração do município de Formigine, onde o jovem viticultor Luca Pizzetti gere 15 hectares de terra, dos quais 6 estão plantados com vinhedos. A adega nasceu em 2020, quando Luca, após ter acumulado uma série de experiências em outras realidades produtivas, decidiu iniciar seu percurso pessoal no signo da artesanalidade. O nome escolhido para a empresa deriva dos apelidos de dois vinhedos de propriedade.
As vinhas, que chegam até 45 anos de idade, estão plantadas em solos argilosos compactos e são conduzidas em regime biológico, excluindo o uso de pesticidas, herbicidas e qualquer outra substância química de síntese que possa prejudicar seriamente o meio ambiente. Lambrusco di Sorbara, Lambrusco Grasparossa, Trebbiano Modenese, Trebbiano di Spagna, Malvasia Bianca e Negretto representam as principais variedades cultivadas, ao lado das quais encontram espaço variedades locais pouco difundidas como Sgavetta, Uva Tosca e Festasio. Luca de fato plantou novos vinhedos através de uma rigorosa seleção massal de variedades antigamente difundidas no território e hoje quase esquecidas. As vindimas são realizadas rigorosamente à mão em caixas, enquanto na adega as fermentações ocorrem espontaneamente graças à ação das leveduras indígenas e é excluído qualquer coadjuvante ou aditivo enológico, exceto por pequenas doses de sulfuroso. Como recipientes vinários são utilizados exclusivamente contêineres em fibra de vidro ou tanques de aço, recipientes neutros que não alteram a expressão varietal e territorial.
O foco da produção de Franchina e Giarone são os refermentados em garrafa segundo o Método Ancestral, sejam eles brancos, rosés ou tintos. A totalidade das garrafas produzidas anualmente é de apenas 10.000 exemplares, embaladas com a já clássica tampa de coroa. Rótulos espontâneos e originais, caracterizados por belas ilustrações e por uma sublime agradabilidade de bebida.











