Frecciarossa
A adega Frecciarossa nasceu em 1919, quando Mario Odero, comerciante genovês de carvão, decidiu adquirir uma antiga propriedade do século XIX no município de Casteggio, em Oltrepò Pavese. O nome, na verdade, surgiu de um erro cometido durante o registro; o toponímico Fraccia Rossa, traduzido como "deslizamento vermelho", em referência ao solo argiloso com veios ferrosos da região, foi escrito erroneamente como Frecciarossa, batizando assim o nome da adega e da colina. O projeto continuou com o filho Giorgio Odero que, após se formar em Agronomia e aprender todos os segredos do ofício entre Borgonha e Champagne, decidiu, no pós-guerra, exportar pela primeira vez os vinhos, vendendo as primeiras garrafas de vidro (algo incomum na época) para o mercado americano. A história recomeça em 1990, quando Margherita Radici Odero, guiada pela mesma tenacidade e iniciativa do pai Giorgio, assume o controle da empresa ao lado do grande enólogo Franco Bernabei. Nesses anos, assistimos a uma verdadeira obra de reestruturação e modernização da adega, que culminará com a entrada em cena no novo milênio de Gianluca Scaglione e da filha Valeria.
Frecciarossa trabalha suas vinhas de forma orgânica com um olhar atento ao meio ambiente e à biodiversidade. O cuidado com os detalhes, a longa tradição e a preservação ambiental permitiram produzir garrafas de alta qualidade, que expressam de forma transparente e sincera o território de origem. O Pinot Nero, a grande uva tinta da Borgonha que prolifera nessas terras há mais de 150 anos, é o príncipe da adega, acompanhado pelo Riesling Renano e variedades autóctones como Croatina, Barbera e Uva Rara. Os solos, ricos em vitalidade, têm origem argilosa, com percentagens de marnes e ferro, e abrigam 21 hectares de vinhedos, cercados por árvores frutíferas, hortas, campos e animais de fazenda (vacas, cabras e abelhas).
diretos, territoriais e sem falhas que escondem em cada gole uma longa história feita de sentimento, amor e paixão.A adega Frecciarossa nasceu em 1919, quando Mario Odero, comerciante genovês de carvão, decidiu adquirir uma antiga propriedade do século XIX no município de Casteggio, em Oltrepò Pavese. O nome, na verdade, surgiu de um erro cometido durante o registro; o toponímico Fraccia Rossa, traduzido como "deslizamento vermelho", em referência ao solo argiloso com veios ferrosos da região, foi escrito erroneamente como Frecciarossa, batizando assim o nome da adega e da colina. O projeto continuou com o filho Giorgio Odero que, após se formar em Agronomia e aprender todos os segredos do ofício entre Borgonha e Champagne, decidiu, no pós-guerra, exportar pela primeira vez os vinhos, vendendo as primeiras garrafas de vidro (algo incomum na época) para o mercado americano. A história recomeça em 1990, quando Margherita Radici Odero, guiada pela mesma tenacidade e iniciativa do pai Giorgio, assume o controle da empresa ao lado do grande enólogo Franco Bernabei. Nesses anos, assistimos a uma verdadeira obra de reestruturação e modernização da adega, que culminará com a entrada em cena no novo milênio de Gianluca Scaglione e da filha Valeria.
Frecciarossa trabalha suas vinhas de forma orgânica com um olhar atento ao meio ambiente e à biodiversidade. O cuidado com os detalhes, a longa tradição e a preservação ambiental permitiram produzir garrafas de alta qualidade, que expressam de forma transparente e sincera o território de origem. O Pinot Nero, a grande uva tinta da Borgonha que prolifera nessas terras há mais de 150 anos, é o príncipe da adega, acompanhado pelo Riesling Renano e variedades autóctones como Croatina, Barbera e Uva Rara. Os solos, ricos em vitalidade, têm origem argilosa, com percentagens de marnes e ferro, e abrigam 21 hectares de vinhedos, cercados por árvores frutíferas, hortas, campos e animais de fazenda (vacas, cabras e abelhas).
diretos, territoriais e sem falhas que escondem em cada gole uma longa história feita de sentimento, amor e paixão.







