Monte Pío
Monte Pío é uma pequena realidade familiar profundamente enraizada no coração da Galícia atlântica. Fundada em 1979 em Ribadumia, no coração da subzona Val do Salnés nas Rías Baixas, a adega é o fruto de um longo trabalho geracional. Hoje, quem dá continuidade a este legado é Pablo Martínez Gago, viticultor e enólogo, alma incansável por trás do projeto. O lema é simples, mas poderoso: “a matéria-prima vem em primeiro lugar”. É por isso que a atenção se concentra principalmente na vinha, onde a qualidade da uva se constrói dia após dia, entre parcelas arenosas, brisas salgadas e vinhas que chegam a ter mais de 50 anos.
A filosofia produtiva de Monte Pío baseia-se em práticas respeitosas e de baixo intervenção. A vindima é rigorosamente manual, em caixas de 15 kg, e todas as fermentações ocorrem de forma espontânea com leveduras indígenas. Os brancos de Albariño, cultivados em solos arenosos e muitas vezes a poucos metros do oceano, vinificam em aço ou em ânforas de terracota, dependendo da cuvée, e amadurecem sobre as borras finas durante longos meses. Para os tintos, produzidos em quantidades limitadas a partir de variedades autóctones, Pablo prefere a maceração com engaços e as maturações médias-largas em barricas grandes usadas. O uso de sulfuroso é mínimo, assim como qualquer intervenção enológica invasiva.
Os vinhos de Monte Pío são diretos, vibrantes e profundamente territoriais. Os brancos à base de Albariño expressam a alma marinha da Val do Salnés: notas cítricas e florais e toques salgados, tudo isso coroado pela típica e cortante frescura dos brancos da região. Os tintos contam um lado menos conhecido da Galícia vinícola: o mais célebre Mencía encontra Espadeiro e Caiño em vinhos elegantes, suculentos e com uma alma balsâmica, verdadeiro selo da produção. Francos e sem máscaras, apenas garrafas capazes de emocionar quem busca autenticidade, coerência e caráter.
Monte Pío é uma pequena realidade familiar profundamente enraizada no coração da Galícia atlântica. Fundada em 1979 em Ribadumia, no coração da subzona Val do Salnés nas Rías Baixas, a adega é o fruto de um longo trabalho geracional. Hoje, quem dá continuidade a este legado é Pablo Martínez Gago, viticultor e enólogo, alma incansável por trás do projeto. O lema é simples, mas poderoso: “a matéria-prima vem em primeiro lugar”. É por isso que a atenção se concentra principalmente na vinha, onde a qualidade da uva se constrói dia após dia, entre parcelas arenosas, brisas salgadas e vinhas que chegam a ter mais de 50 anos.
A filosofia produtiva de Monte Pío baseia-se em práticas respeitosas e de baixo intervenção. A vindima é rigorosamente manual, em caixas de 15 kg, e todas as fermentações ocorrem de forma espontânea com leveduras indígenas. Os brancos de Albariño, cultivados em solos arenosos e muitas vezes a poucos metros do oceano, vinificam em aço ou em ânforas de terracota, dependendo da cuvée, e amadurecem sobre as borras finas durante longos meses. Para os tintos, produzidos em quantidades limitadas a partir de variedades autóctones, Pablo prefere a maceração com engaços e as maturações médias-largas em barricas grandes usadas. O uso de sulfuroso é mínimo, assim como qualquer intervenção enológica invasiva.
Os vinhos de Monte Pío são diretos, vibrantes e profundamente territoriais. Os brancos à base de Albariño expressam a alma marinha da Val do Salnés: notas cítricas e florais e toques salgados, tudo isso coroado pela típica e cortante frescura dos brancos da região. Os tintos contam um lado menos conhecido da Galícia vinícola: o mais célebre Mencía encontra Espadeiro e Caiño em vinhos elegantes, suculentos e com uma alma balsâmica, verdadeiro selo da produção. Francos e sem máscaras, apenas garrafas capazes de emocionar quem busca autenticidade, coerência e caráter.








