Os Guardiões das Vinhas do Etna
Os Guardiões das Vinhas do Etna é uma realidade vitivinícola em constante evolução, numa das zonas mais características da Sicília: a etnea. O solo vulcânico, a mineralidade do terreno, o frio da montanha e o sol da Sicília fundem-se com as mãos e os burros dos “Vigneri”, os viticultores etneos que há séculos cultivam as históricas vinhas do território de forma natural, sem química e respeitando o meio ambiente, reunidos hoje num consórcio promovido por Salvo Foti, enólogo da adega que fez renascer esta antiga associação.
Os vinhedos distribuem-se numa faixa entre 650 e 1.200 metros de altitude, entre as zonas mais enologicamente vocacionadas do vulcão. As vinhas, muitas com mais de cem anos de vida, são cultivadas em vaso em terrenos vulcânicos e secos, com alta densidade por hectare e sistema em quinconce, ou seja, cada videira tem a mesma distância daquelas que a cercam. As antigas terraços de pedra vulcânica ajudam na drenagem da água da chuva e garantem uma boa ventilação, essencial no calor do verão. As vinhas lutam para sobreviver nestes areias, mas o resultado é um fruto riquíssimo, de grande equilíbrio e acidez, colhido tendencialmente tarde.
A atenção na vinha não pode deixar de se refletir da mesma forma nos vinhos. Os Guardiões das Vinhas do Etna utilizam leveduras indígenas e os seus vinhos realmente guardam toda a particularidade do terroir etneo. O resultado é uma gama de vinhos etneos tintos, brancos e rosés, frutados, frescos e suculentos, cheios de equilíbrio, exatamente como o grande território que representam e cujos segredos guardam.
Os Guardiões das Vinhas do Etna é uma realidade vitivinícola em constante evolução, numa das zonas mais características da Sicília: a etnea. O solo vulcânico, a mineralidade do terreno, o frio da montanha e o sol da Sicília fundem-se com as mãos e os burros dos “Vigneri”, os viticultores etneos que há séculos cultivam as históricas vinhas do território de forma natural, sem química e respeitando o meio ambiente, reunidos hoje num consórcio promovido por Salvo Foti, enólogo da adega que fez renascer esta antiga associação.
Os vinhedos distribuem-se numa faixa entre 650 e 1.200 metros de altitude, entre as zonas mais enologicamente vocacionadas do vulcão. As vinhas, muitas com mais de cem anos de vida, são cultivadas em vaso em terrenos vulcânicos e secos, com alta densidade por hectare e sistema em quinconce, ou seja, cada videira tem a mesma distância daquelas que a cercam. As antigas terraços de pedra vulcânica ajudam na drenagem da água da chuva e garantem uma boa ventilação, essencial no calor do verão. As vinhas lutam para sobreviver nestes areias, mas o resultado é um fruto riquíssimo, de grande equilíbrio e acidez, colhido tendencialmente tarde.
A atenção na vinha não pode deixar de se refletir da mesma forma nos vinhos. Os Guardiões das Vinhas do Etna utilizam leveduras indígenas e os seus vinhos realmente guardam toda a particularidade do terroir etneo. O resultado é uma gama de vinhos etneos tintos, brancos e rosés, frutados, frescos e suculentos, cheios de equilíbrio, exatamente como o grande território que representam e cujos segredos guardam.










