Pasquale Pelissero
A família Pelissero tem suas profundas raízes na pitoresca aldeia de Neive, como testemunha o nome de sua pequena fração, Borgata Pelisseri. A história vinícola da família começa em 1921, quando os irmãos Giovanni e Giuseppe compram a histórica Cascina Crosa dos Condes Cocito. É o filho de Giuseppe, Pasquale, que consagra a produção neivese. Dizem que Pasquale conhecia as vinhas de Nebbiolo melhor do que suas próprias mãos, e por isso teve a intuição de engarrafar a colheita de 1971, permitindo uma nova maturação das uvas e dando vida a um dos primeiros rótulos de Barbaresco de qualidade. Hoje é a filha de Pasquale, Ornella, que continua a tradição de uma produção experiente e orgulhosa, plenamente expressiva do território.
Os vinhedos Pasquale Pelissero se estendem por cerca de oito hectares ao redor da Cascina Crosa na pequena grua San Giuliano. Os terrenos montanhosos a 400 metros acima do nível do mar abrigam predominantemente uvas de Nebbiolo e variedades autóctones como Dolcetto e Freisa, mas também vinhedos internacionais como Pinot Noir e Chardonnay. A filosofia produtiva da A adega é bem concretizada no minucioso trabalho realizado na vinha, do qual Ornella está convencida que nascem grandes rótulos, prossegue então na adega com afinamentos tradicionais em grandes barris de carvalho francês e em barricas de terceiro uso, que conferem riqueza e complexidade às uvas Pelissero.
Ornella Pelissero ao longo dos anos soube transmitir a experiência paterna e a memória das tradições familiares, reinterpretando-as em novos rótulos propostos, viva testemunha da paixão que corre nas veias da família. Com a entrada de Simone, filho de Ornella, de fato, a adega Pasquale Pelissero se prepara para uma nova passagem de testemunho sob o signo de uma clara herança: uma produção de autêntica qualidade e caráter fortemente territorial. A assinatura Pasquale Pelissero, assim como a de Ornella, se tornou garantia de uma autêntica viagem à descoberta da sugestiva paisagem das Langhe, acompanhando-nos gole após gole no coração do território.
A família Pelissero tem suas profundas raízes na pitoresca aldeia de Neive, como testemunha o nome de sua pequena fração, Borgata Pelisseri. A história vinícola da família começa em 1921, quando os irmãos Giovanni e Giuseppe compram a histórica Cascina Crosa dos Condes Cocito. É o filho de Giuseppe, Pasquale, que consagra a produção neivese. Dizem que Pasquale conhecia as vinhas de Nebbiolo melhor do que suas próprias mãos, e por isso teve a intuição de engarrafar a colheita de 1971, permitindo uma nova maturação das uvas e dando vida a um dos primeiros rótulos de Barbaresco de qualidade. Hoje é a filha de Pasquale, Ornella, que continua a tradição de uma produção experiente e orgulhosa, plenamente expressiva do território.
Os vinhedos Pasquale Pelissero se estendem por cerca de oito hectares ao redor da Cascina Crosa na pequena grua San Giuliano. Os terrenos montanhosos a 400 metros acima do nível do mar abrigam predominantemente uvas de Nebbiolo e variedades autóctones como Dolcetto e Freisa, mas também vinhedos internacionais como Pinot Noir e Chardonnay. A filosofia produtiva da A adega é bem concretizada no minucioso trabalho realizado na vinha, do qual Ornella está convencida que nascem grandes rótulos, prossegue então na adega com afinamentos tradicionais em grandes barris de carvalho francês e em barricas de terceiro uso, que conferem riqueza e complexidade às uvas Pelissero.
Ornella Pelissero ao longo dos anos soube transmitir a experiência paterna e a memória das tradições familiares, reinterpretando-as em novos rótulos propostos, viva testemunha da paixão que corre nas veias da família. Com a entrada de Simone, filho de Ornella, de fato, a adega Pasquale Pelissero se prepara para uma nova passagem de testemunho sob o signo de uma clara herança: uma produção de autêntica qualidade e caráter fortemente territorial. A assinatura Pasquale Pelissero, assim como a de Ornella, se tornou garantia de uma autêntica viagem à descoberta da sugestiva paisagem das Langhe, acompanhando-nos gole após gole no coração do território.




