Terre del Lagorai
Incastonada entre os majestosos relevos dolomíticos trentinos, a realidade vitivinícola Terre del Lagorai dedica-se à valorização da identidade enológica do Trentino oriental. De fato, o nome da propriedade deriva da Cadeia dos Lagorai, um extenso grupo montanhoso que vigia numerosos vales, como a Valsugana, o Vale de Fiemme e o Vale de Cembra. A adega está localizada precisamente em Castel Ivano, no lado oriental da Valsugana, um território particularmente vocacionado para a produção de espumantes. Aqui, em 2016, um grupo de 8 sócios viticultores, representado por Germana Borgogno, Davide Capra, Stefano Dalledonne, Ezio Dandrea, Mauro Franzoni, Flavio Sandri, Carlo Staudacher e Matteo Trentinaglia, decidiu unir forças para valorizar os frutos do seu trabalho e a essência do amado território. As adegas são então criadas dentro das muralhas de Castel Ivano, uma estrutura que remonta ao século XII e que se ergue sobre o promontório do Monte Lefre.
A propriedade Terre del Lagorai trabalha as nobres variedades de origem borgonhesa Chardonnay e Pinot Noir, as mais indicadas para uma produção de espumantes de alta qualidade, acompanhadas pelo híbrido genético Kerner e pela variedade PIWI Solaris, obtida através de seleções progressivas destinadas a obter variedades resistentes às principais doenças da videira, com um impacto positivo consequente no meio ambiente. As plantas encontram-se a altitudes compreendidas entre os 300 e os 700 metros acima do nível do mar, beneficiando tanto da excelente exposição a sudoeste quanto das importantes variações térmicas entre o dia e a noite que caracterizam a zona. Dependendo do objetivo enológico, como recipientes para a vinificação e o envelhecimento dos vinhos, são utilizadas tanto cubas de aço inox como barricas de madeira, sempre buscando a harmonia final do vinho.PIWI Solaris, obtido através de seleções progressivas destinadas a obter variedades resistentes às principais doenças da videira, com um impacto positivo consequente no meio ambiente. As plantas encontram-se a altitudes compreendidas entre os 300 e os 700 metros acima do nível do mar, beneficiando tanto da excelente exposição a sudoeste quanto das importantes variações térmicas entre o dia e a noite que caracterizam a zona. Dependendo do objetivo enológico, como recipientes para a vinificação e o envelhecimento dos vinhos, são utilizadas tanto cubas de aço inox como barricas de madeira, sempre buscando a harmonia final do vinho. No que diz respeito às bolhas, estas são produzidas segundo o Método Clássico, com a refermentação em garrafa muitas vezes acompanhada de longos períodos de descanso sobre as leveduras, até 5 anos.
Sejam vinhos tranquilos ou espumantes, estes últimos a joia da produção, os rótulos assinados Terre del Lagorai destacam-se pelo equilíbrio e finesse, qualidades que representam bem o caráter da Valsugana.
Incastonada entre os majestosos relevos dolomíticos trentinos, a realidade vitivinícola Terre del Lagorai dedica-se à valorização da identidade enológica do Trentino oriental. De fato, o nome da propriedade deriva da Cadeia dos Lagorai, um extenso grupo montanhoso que vigia numerosos vales, como a Valsugana, o Vale de Fiemme e o Vale de Cembra. A adega está localizada precisamente em Castel Ivano, no lado oriental da Valsugana, um território particularmente vocacionado para a produção de espumantes. Aqui, em 2016, um grupo de 8 sócios viticultores, representado por Germana Borgogno, Davide Capra, Stefano Dalledonne, Ezio Dandrea, Mauro Franzoni, Flavio Sandri, Carlo Staudacher e Matteo Trentinaglia, decidiu unir forças para valorizar os frutos do seu trabalho e a essência do amado território. As adegas são então criadas dentro das muralhas de Castel Ivano, uma estrutura que remonta ao século XII e que se ergue sobre o promontório do Monte Lefre.
A propriedade Terre del Lagorai trabalha as nobres variedades de origem borgonhesa Chardonnay e Pinot Noir, as mais indicadas para uma produção de espumantes de alta qualidade, acompanhadas pelo híbrido genético Kerner e pela variedade PIWI Solaris, obtida através de seleções progressivas destinadas a obter variedades resistentes às principais doenças da videira, com um impacto positivo consequente no meio ambiente. As plantas encontram-se a altitudes compreendidas entre os 300 e os 700 metros acima do nível do mar, beneficiando tanto da excelente exposição a sudoeste quanto das importantes variações térmicas entre o dia e a noite que caracterizam a zona. Dependendo do objetivo enológico, como recipientes para a vinificação e o envelhecimento dos vinhos, são utilizadas tanto cubas de aço inox como barricas de madeira, sempre buscando a harmonia final do vinho.PIWI Solaris, obtido através de seleções progressivas destinadas a obter variedades resistentes às principais doenças da videira, com um impacto positivo consequente no meio ambiente. As plantas encontram-se a altitudes compreendidas entre os 300 e os 700 metros acima do nível do mar, beneficiando tanto da excelente exposição a sudoeste quanto das importantes variações térmicas entre o dia e a noite que caracterizam a zona. Dependendo do objetivo enológico, como recipientes para a vinificação e o envelhecimento dos vinhos, são utilizadas tanto cubas de aço inox como barricas de madeira, sempre buscando a harmonia final do vinho. No que diz respeito às bolhas, estas são produzidas segundo o Método Clássico, com a refermentação em garrafa muitas vezes acompanhada de longos períodos de descanso sobre as leveduras, até 5 anos.
Sejam vinhos tranquilos ou espumantes, estes últimos a joia da produção, os rótulos assinados Terre del Lagorai destacam-se pelo equilíbrio e finesse, qualidades que representam bem o caráter da Valsugana.






