
Barbera d'Asti 'La Crena' Vietti 2022
Biológicos e biodinâmicos"La Crena" é uma Barbera de Asti encorpada e estruturada, nascida em um dos territórios mais vocacionados para esta casta, dotada de um bom potencial de envelhecimento. A degustação revela intensidade e frescor, com aromas de frutos silvestres e especiarias doces. Envelhece por 16 meses em barris e barriques
Nizza "La Crena" é uma Barbera produzida pela Vietti, um nome ilustre da área de Castiglione Falletto. O rótulo representa uma versão muito interessante da famosa casta piemontesa, distante da ideia de um simples vinho do dia a dia. A qualidade das uvas, provenientes de vinhedos históricos da propriedade, e um longo envelhecimento em madeira, proporcionam um tinto harmonioso e complexo, que permite descobrir o lado mais nobre da casta. A exuberância da fruta e a incisiva frescura são atenuadas e se tornam elementos de uma paleta aromática mais ampla, suave e envolvente, que conquista pela riqueza e intensidade.
A Barbera Nizza "La Crena" nasce em uma das vinícolas históricas das Langhe. Desde o início dos anos 900, a Vietti produz grandes vinhos sob a melhor tradição piemontesa. As vinhas de Barbera são cultivadas na zona La Crena, que se encontra no território municipal de Agliano Terme. Trata-se de velhas vinhas de particular valor, de cerca de 6 hectares, que ainda conservam videiras plantadas nos anos 30 em um solo predominantemente composto de limo e argila. A exposição ensolarada voltada para o sul garante uma perfeita maturação das uvas, que chegam à colheita com aromas muito ricos. Os melhores cachos são destinados à fermentação em tanques de aço inoxidável abertos, com uma maceração nas peles e periódicos délestage. O vinho amadurece por 18 meses, em parte em barricas, em parte em grandes tonéis e em parte em aço, de modo que a contribuição da madeira não seja muito invasiva.
O vinho Nizza "La Crena" da Vietti é uma interpretação da Barbera, que destaca suas melhores qualidades expressivas. É um tinto de bela estrutura, perfeito para acompanhar pratos de massa com ragù de carne e caça ou com carnes vermelhas assadas. No cálice apresenta-se de cor rubi escuro com reflexos luminosos. O perfil olfativo é rico e maduro, com aromas de cereja, amora, amarena, de pequenos frutos de casca escura, aromas suaves de especiarias orientais, leves notas tostadas de torrefação e lembranças de madeiras nobres. Na boca é intenso, com taninos evoluídos e uma fruta concentrada,

