
Pallagrello Bianco 'Privo l'Eretico' Alepa 2021
Artesanais
Produtores exclusivos
Favoritos da Callmewine
Castas invulgaresThe Privo l'Eretico Bianco by Alepa is a white wine macerated from Pallagrello grapes, aged in steel and chestnut wood for about 12 months. It has an elegant intense and bright amber color and expresses a complex and fascinating aromatic bouquet, with notes of dried apricots, honey, oranges, apple pulp, and oriental spices. On the palate, it is rich and sumptuous, fresh, well-salty, with a persistent spicy finish!
O Pallagrello Bianco “Privo l'Eretico” é um vinho branco extremamente original e delicioso, além de ser uma das melhores expressões da rara casta campana. Quando se fala de Pallagrello, pensa-se imediatamente na mais (mas sempre muito pouco) conhecida casta de uva tinta típica da região de Caserta, tendendo a negligenciar sua variante de uva branca. Certamente, quem não comete esse erro é Paola Riccio, fundadora da vinícola Alepa, que possui 3 hectares em Caserta cultivados com o máximo respeito pela vinha e pelo ambiente circundante. Os vinhedos, que têm cerca de 35 anos, estão divididos entre as duas variedades de Pallagrello com um pequeno plantio de Cabernet Sauvignon, e cultivados sem substâncias químicas ou sintéticas. Todas grandes expressões do território, embora admitamos que temos uma certa predileção por este rótulo. Tanto porque é delicioso quanto porque a casta é pouco considerada. Underdog.
O vinho “Privo l'Eretico” é obtido a partir de uvas de Pallagrello Bianco em pureza provenientes de um plantio de 1986. Viticultura não invasiva e colheita manual são o prelúdio para uma vinificação atenta, mas pouco interventista, com fermentação que ocorre rigorosamente de forma espontânea. Maceracao de 8 dias sobre as cascas e envelhecimento por 12 meses entre barris de castanho e tanques de aço inoxidável. Antes do engarrafamento, o líquido não é nem filtrado nem clarificado.
O vinho laranja “Privo l'Eretico” é esplêndido já pela cor, uma mistura entre âmbar e ouro que ilumina a taça. Um nariz incomum e pulsante, rico, mas não barroco, onde se destacam distintamente a damasco desidratado, a canela, a casca de laranja e o mel. Tão saboroso que quase convida a mordê-lo, e a degustação é uma consequência óbvia. Gole cheia e material, sempre perfeitamente equilibrado entre volume e impulso ácido-sápido. Longa a persistência, para um'unicum indispensável nas adegas dos apaixonados ou simplesmente dos curiosos.

