
Barsac 'Cypres de Climens' Château Climens 2010 - 50cl
Produtores exclusivos
Biológicos e biodinâmicosO Barsac ‘Cyprès de Climens’ do Château Climens é um vinho doce produzido em uma área icônica ‘doce’ ao sul de Bordeaux, famosa pelo uso de uvas atacadas pela célebre ‘muffa nobre’. Climens é uma das realidades históricas e de destaque do Barsac, que cultiva de forma biodinâmica desde 2010. No nariz encanta pela complexidade dos aromas: compota e cristais de cítricos e frutas amarelas, depois típicos toques de flores e açafrão. Na boca apresenta uma agradável untuosidade, perfeitamente equilibrada pela acentuada frescura e persistência aromática. Uma intrigante veia mineral confere caráter a esta preciosidade
O Barsac ‘Cypres de Climens’ é um vinho de sobremesa doce e envolvente, o chamado “segundo vinho” da realidade vitivinícola bordalesa Chateau Climens, um ponto de referência enológico para o território de Barsac. Este rótulo é produzido unicamente em determinadas safras e é apreciado pela maior acessibilidade em relação ao “irmão mais velho” Chateau Climens Barsac 1er Cru Chateau, listado entre os melhores vinhos doces do mundo. Embora não alcance tais níveis de complexidade, o ‘Cypres de Climens’ mantém, no entanto, a sofisticação e o estilo do Château, com uma longevidade fora do comum e um caráter mais vibrante. De fato, a escolha das barricas que dão vida ao ‘Cypres de Climens’ é feita ao final do processo de envelhecimento e isso significa que até aquele momento o percurso do vinho é o mesmo do “irmão mais velho”.
de um subsolo calcário. O elemento fundamental para o vinho é então ditado pelo característico microclima da região, com as neblinas matinais varridas pelo sol da tarde que favorecem o desenvolvimento da botrytis nos cachos, colhidos à mão em várias passagens. Na adega, a fermentação e o envelhecimento ocorrem em barricas de carvalho francês, novas para 30-40%, recipientes nos quais o vinho permanece por 20-24 meses.O Barsac Chateau Climens ‘Cypres de Climens’ é de cor amarelo dourado brilhante. No nariz, percebe-se notas fascinantes e intensas de pêssego em compota, casca de limão cristalizada, flores secas, mel e açafrão. A entrada no paladar é doce e agradavelmente gordo, bem apoiada pela frescura que acompanha o fechamento complexo e persistente.

