Terraviva
A Quinta Terraviva é uma das realidades mais interessantes no panorama do vinho abruzzese. Fica em Tortoreto, na província de Teramo e cultiva as suas vinhas no primeiro interior colinar, a poucos quilómetros da costa adriática. As magníficas exposições ensolaradas beneficiam de um clima mediterrâneo e de uma ventilação constante graças às brisas do mar. As boas variações térmicas, entre as temperaturas dos dias quentes e das noites frescas, favorecem uma perfeita maturação das uvas com aromas particularmente ricos. Trata-se de uma adega de caráter familiar, com um forte enraizamento no território, que se expressa através do desejo de valorizar ao máximo as uvas historicamente presentes em Abruzzo.
O nome Terraviva indica já de forma explícita qual é a filosofia empresarial. O amor pela sua terra e o respeito pela natureza são os conceitos sobre os quais se fundamenta todo o trabalho. Partindo destes princípios básicos, Terraviva iniciou um percurso de salvaguarda do ambiente, tanto na vinha como na adega, para realizar uma quinta eco-sustentável. A consciência da centralidade da vinha e da importância da qualidade das uvas para realizar grandes vinhos, levou a adotar os princípios da agricultura biológica, com a rejeição total de qualquer substância química e utilização apenas de enxofre e cobre para combater o míldio e o oídio. A adega foi pensada inspirando-se nos mesmos princípios e um sistema fotovoltaico garante a sua autossuficiência energética.
Fiel às mais antigas tradições do território, Terraviva decidiu concentrar todos os esforços na valorização das variedades autóctones: Montepulciano d’Abruzzo, Trebbiano d’Abruzzo, Passerina e Pecorino. A escolha nasce da certeza de que apenas a melhor interação entre casta, solo e clima pode levar à realização de vinhos capazes de expressar o verdadeiro espírito de um terroir. Para garantir um controle sobre toda a cadeia, utilizam-se apenas as uvas biológicas produzidas na quinta. As vindimas são realizadas manualmente, de modo a preservar a perfeita integridade dos cachos. Na adega utiliza-se uma enologia leve, que acompanha as uvas na transformação em vinho com o mínimo de intervenção. As fermentações ocorrem de forma espontânea com leveduras indígenas. Nascem assim vinhos saudáveis e genuínos, capazes de contar o caráter autêntico do território.
A Quinta Terraviva é uma das realidades mais interessantes no panorama do vinho abruzzese. Fica em Tortoreto, na província de Teramo e cultiva as suas vinhas no primeiro interior colinar, a poucos quilómetros da costa adriática. As magníficas exposições ensolaradas beneficiam de um clima mediterrâneo e de uma ventilação constante graças às brisas do mar. As boas variações térmicas, entre as temperaturas dos dias quentes e das noites frescas, favorecem uma perfeita maturação das uvas com aromas particularmente ricos. Trata-se de uma adega de caráter familiar, com um forte enraizamento no território, que se expressa através do desejo de valorizar ao máximo as uvas historicamente presentes em Abruzzo.
O nome Terraviva indica já de forma explícita qual é a filosofia empresarial. O amor pela sua terra e o respeito pela natureza são os conceitos sobre os quais se fundamenta todo o trabalho. Partindo destes princípios básicos, Terraviva iniciou um percurso de salvaguarda do ambiente, tanto na vinha como na adega, para realizar uma quinta eco-sustentável. A consciência da centralidade da vinha e da importância da qualidade das uvas para realizar grandes vinhos, levou a adotar os princípios da agricultura biológica, com a rejeição total de qualquer substância química e utilização apenas de enxofre e cobre para combater o míldio e o oídio. A adega foi pensada inspirando-se nos mesmos princípios e um sistema fotovoltaico garante a sua autossuficiência energética.
Fiel às mais antigas tradições do território, Terraviva decidiu concentrar todos os esforços na valorização das variedades autóctones: Montepulciano d’Abruzzo, Trebbiano d’Abruzzo, Passerina e Pecorino. A escolha nasce da certeza de que apenas a melhor interação entre casta, solo e clima pode levar à realização de vinhos capazes de expressar o verdadeiro espírito de um terroir. Para garantir um controle sobre toda a cadeia, utilizam-se apenas as uvas biológicas produzidas na quinta. As vindimas são realizadas manualmente, de modo a preservar a perfeita integridade dos cachos. Na adega utiliza-se uma enologia leve, que acompanha as uvas na transformação em vinho com o mínimo de intervenção. As fermentações ocorrem de forma espontânea com leveduras indígenas. Nascem assim vinhos saudáveis e genuínos, capazes de contar o caráter autêntico do território.










